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Bancada do Nordeste. Senadores condenam vinculação da Sudene ao Ministério da Integração. Sudene reclama de baixa mobilização de estados e ministérios ao Plano de Desenvolvimento do Nordeste
19/04/2011 - 12:30h - Evam Sena e GAJ

19/04/2011 - 18:30h -
(Brasília-DF, 19/04/2011) Em audiência pública da Subcomissão Permanente de Desenvolvimento do Nordeste no Senado, parlamentares nordestinos defenderam o fortalecimento da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) como coordenadora de políticas para a região e condenaram sua vinculação do Ministério da Integração.

O convidado da primeira reunião da subcomissão foi o diretor de Planejamento e Articulação de Políticas da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Guilherme Maia Rebouças, que detalhou para os senadores o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste.

O presidente da subcomissão, senador Wellignton Dias (PT-PI) afirmou que já apresentou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à presidente Dilma Rousseff a proposta de vincular a Sudene diretamente à Presidência da República, dando ao órgão status de ministério.

“É preferível fechar do que permanecer como está. Para a Sudene ser o órgão responsável por coordenar e planejar o Nordeste é preciso ter força política, ou não adianta. Para ser um departamento do Ministério de Integração, não dá. Precisa ter status de ministério para poder dialogar com cada ministro”, disse.

Wellington Dias, que foi ex-governador do Piauí, também sugeriu que a Sudene tenha autorização para coordenar o Fundo Constitucional do Nordeste, para ter capacidade de diálogo com os empresários.

Para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), as ações da Sudene não devem estar focadas somente no desenvolvimento regional, mas articuladas com os planos de desenvolvimento nacional.“Se não nós vamos continuar batendo palmas para a nova Sudene, que estará brigando de maneira titânica para convencer os organismos federais da necessidade de fazer mínimas ações articuladas com o Nordeste”, disse.

“Não podemos abrir mão desse papel de coordenação da Sudene. Não podemos ter ministérios separados, projetos diferentes. Com certeza, não teremos os resultados necessário e almejados”, disse o senador Eduardo Amorim (PSC-SE).

Apesar de elogiarem os avanços econômicos do Nordeste durante do governo Lula, Lídice da Mata e Eduardo Amorim acreditam que o atual modelo de desenvolvimento não vai sustentar o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) nordestino por muito tempo.

“Todo o investimento que o governo Lula fez não nos dá segurança de ver o Nordeste integrando definitivamente a rota da economia globalizada; não nos dá tranquilidade de que Nordeste vai deixar de ser um produtor de bens primários, mesmo com os investimentos pesados na área de siderurgia e petroquímica”, disse Lídice.

“É verdade que o Nordeste cresceu mais que as outras regiões, pelo simples fatos que foi contribuidor de tudo isso que foi o aumento do salário mínimo. Mas vai chegar uma hora que será preciso ser mais incisivo. É preciso agregar valor, investir em educação e em ciência e tecnologia”, disse Amorim.

Guilherme Rebouças concordou com os senadores e reclamou que os ministérios da Integração Nacional e do Planejamento não receberam bem uma cartilha de projetos prioritários elaborada para a Sudene, que previa investimento de R$ 300 bilhões ao longo de 10 anos em todos os estados.

“A recepção da carteira na Esplanada dos Ministérios foi a pior possível. A alegação é: 'lá vem o Nordeste de novo, pedindo mais isso, mais aquilo'. A gente percebeu que insistir na carteira de projetos fecharia um canal de entendimentos”, disse Guilherme.

Ele defendeu a desvinculação da Sudene do Ministério da Integração. Para ele, o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste deve ser um elemento de mobilização dos governos estaduais e dos Ministérios. “Por mais capazes que sejam os técnicos da Sudene, eles não vão conseguir dar conta de captar os interesses de projetos de desenvolvimento que os Estados têm, que os ministérios têm para a região”, disse.

(Por Evam Sena, especial para a Política Real, com edição de Genésio Jr )
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